Português (brasileiro) Bíblia - João Ferreira de Almeida Atualizada

Provérbios 25

Provérbios

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Capítulo 26

1

 Como a neve no verão, e como a chuva no tempo da ceifa, assim não convém ao tolo a honra.    


2

 Como o pássaro no seu vaguear, como a andorinha no seu voar, assim a maldição sem causa não encontra pouso.    


3

 O açoite é para o cavalo, o freio para o jumento, e a vara para as costas dos tolos.    


4

 Não respondas ao tolo segundo a sua estultícia, para que também não te faças semelhante a ele.    


5

 Responde ao tolo segundo a sua estultícia, para que ele não seja sábio aos seus próprios olhos.    


6

 Os pés decepa, e o dano bebe, quem manda mensagens pela mão dum tolo.    


7

 As pernas do coxo pendem frouxas; assim é o provérbio na boca dos tolos.    


8

 Como o que ata a pedra na funda, assim é aquele que dá honra ao tolo.    


9

 Como o espinho que entra na mão do ébrio, assim é o provérbio na mão dos tolos.    


10

 Como o flecheiro que fere a todos, assim é aquele que assalaria ao transeunte tolo, ou ao ébrio.    


11

 Como o cão que torna ao seu vômito, assim é o tolo que reitera a sua estultícia.    


12

 Vês um homem que é sábio a seus próprios olhos? Maior esperança há para o tolo do que para ele.    


13

 Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas.    


14

 Como a porta se revolve nos seus gonzos, assim o faz o preguiçoso na sua cama.    


15

 O preguiçoso esconde a sua mão no prato, e nem ao menos quer levá-la de novo à boca.    


16

 Mais sábio é o preguiçoso a seus olhos do que sete homens que sabem responder bem.    


17

 O que, passando, se mete em questão alheia é como aquele que toma um cão pelas orelhas.    


18

 Como o louco que atira tições, flechas, e morte,    


19

 assim é o homem que engana o seu próximo, e diz: Fiz isso por brincadeira.    


20

 Faltando lenha, apaga-se o fogo; e não havendo difamador, cessa a contenda.    


21

 Como o carvão para as brasas, e a lenha para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas.    


22

 As palavras do difamador são como bocados deliciosos, que descem ao íntimo do ventre.    


23

 Como o vaso de barro coberto de escória de prata, assim são os lábios ardentes e o coração maligno.    


24

 Aquele que odeia dissimula com os seus lábios; mas no seu interior entesoura o engano.    


25

 Quando te suplicar com voz suave, não o creias; porque sete abominações há no teu coração.    


26

 Ainda que o seu ódio se encubra com dissimulação, na congregação será revelada a sua malícia.    


27

 O que faz uma cova cairá nela; e a pedra voltará sobre aquele que a revolve.    


28

 A língua falsa odeia aqueles a quem ela tenha ferido; e a boca lisonjeira opera a ruína.    


Provérbios 27

 

 

 

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